Estamos estruturando um novo formato de rede para Autoridades de Registro (ARs) e Pontos de Atendimento (PAs) — baseado em maior eficiência operacional, apoio real para crescimento, tecnologia preparada para a evolução do mercado e um modelo de parceria mais equilibrado para quem está na ponta da operação.
Antes de apresentar oficialmente essa iniciativa, estamos ouvindo operadores do mercado.
A pesquisa leva menos de 2 minutos e é direcionada exclusivamente a profissionais que atuam na operação de emissão de certificados digitais. Responda agora e contribua para um modelo de parceria mais justo e eficiente.
Perguntas objetivas e diretas ao ponto.
Suas respostas são tratadas com total sigilo.
Exclusivo para ARs e PAs do mercado ICP-Brasil.
Operadores credenciados responsáveis pela validação presencial e emissão de certificados digitais ICP-Brasil em nome de uma Autoridade Certificadora.
Unidades vinculadas a uma AR que realizam o atendimento ao cliente final, ampliando a capilaridade da rede de emissão de certificados digitais.
Nos últimos anos, o mercado de certificação digital passou por transformações profundas que afetam diretamente a operação e a rentabilidade de ARs e PAs em todo o Brasil.
Mais players no mercado disputando os mesmos clientes, comprimindo margens e exigindo maior diferenciação operacional.
A redução nos preços dos certificados impacta diretamente a sustentabilidade financeira das operações de AR e PA.
Surgimento de canais digitais, automação e novos formatos de emissão que redefinem o papel do operador presencial.
Evolução contínua das normas do ICP-Brasil e da infraestrutura tecnológica exigem adaptação constante dos operadores.
Por isso, estamos conduzindo um estudo aprofundado com operadores do mercado para mapear a realidade atual e identificar oportunidades concretas de melhoria.
Quais são os maiores obstáculos operacionais, comerciais e tecnológicos enfrentados no dia a dia da operação?
Quais são os fatores que determinam o sucesso ou fracasso de uma relação entre operador e AC?
Que formatos de parceria e estruturas de rede fazem sentido para o crescimento sustentável do setor?
Com base nos resultados desta pesquisa, o projeto visa estruturar um modelo de rede que responda aos desafios reais do mercado — antes de qualquer apresentação oficial.
Rede mais qualificada e focada no crescimento de cada operação, com suporte real e contínuo.
Processos mais simples, menos burocráticos e com menos fricção para o operador no dia a dia.
Infraestrutura pensada para os próximos movimentos da certificação digital no Brasil.
Estrutura que valoriza quem gera e atende o cliente, com equilíbrio real na cadeia de valor.
Este projeto parte de uma premissa simples: qualquer novo modelo de parceria precisa ser construído a partir da realidade de quem opera. Não de premissas teóricas, mas da experiência concreta de quem emite certificados todos os dias.
Suas respostas orientam diretamente o desenho da iniciativa, antes de ela ser apresentada ao mercado.
Um mercado com modelos de parceria mais justos beneficia todos os operadores de forma duradoura.
Este não é um formulário genérico — é uma consulta estruturada conduzida por quem está desenhando a solução.
A pesquisa leva menos de 2 minutos. Suas respostas são confidenciais e serão utilizadas exclusivamente para orientar o desenvolvimento do projeto. Nenhum dado individual será divulgado.
Rápido e objetivo.
Dados protegidos.
Sem venda ou spam.
Ao enviar o formulário, você concorda que podemos entrar em contato para aprofundar sua participação, se necessário.
Esta pesquisa é conduzida de forma independente, sem vínculo com nenhuma Autoridade Certificadora específica. O objetivo é ouvir o mercado antes de estruturar e apresentar um novo modelo de rede para ARs e PAs no Brasil.
Todas as respostas são tratadas de forma agregada e anônima. Nenhum dado individual será publicado ou compartilhado.
Participar da pesquisa não implica qualquer obrigação ou vínculo futuro. É uma contribuição voluntária para o mercado.
Este projeto parte da visão de que o operador precisa estar no centro do modelo — e não apenas na ponta da cadeia.